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Servidores mudam de ideia e aceitam reajuste salarial

A categoria pede reposição salarial de 10,88%, mas decidiu aceitar os 5.06% oferecidos pela prefeitura (Alfredo Risk)

Os servidores municipais e Ribeirão Preto aceitaram na noite desta quinta-feira, 3 de abril,em assembleia no Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Guatapará e Pradópolis (SSMRPGP o reajuste de 5,06% nos salários e de 7% no vale alimentação oferecido pela prefeitura para a data-base deste ano, que acontece em março. No dia 25 de março, eles, também em assembleia, haviam rejeitado a proposta feita pela administração municipal

A categoria pede reposição salarial de 10,88%, sendo 4,96% relativos ao Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) de março de 2024 a fevereiro de 2025 mais 5,92% de aumento real, tendo como base a projeção do aumento na arrecadação do município. Também pedem reajuste no Vale alimentação de 15%. Atualmente para os servidores com jornada de 40 horas semanais ele é de aproximadamente R$ 1.200,00.

Para os aposentados e pensionistas o Sindicato pedia aumento do auxílio nutricional de R$ 300 para R$ 500 reais e aumento na tabela de quem recebe o benefício. A prefeitura concedeu aumento para R$ 350,00 e o pagamento para quem recebe até R$ 4 mil. Hoje o vale nutricional é pago para quem ganha até R$ 3 mil reais e beneficiava 3 mil aposentados e pensionistas. Agora beneficiará 4 mil.

Professores – Segundo o Sindicato, a prefeitura irá elaborar um projeto de lei para ser enviado para a Câmara com o detalhamento das medidas que serão adotadas para que os 517 professores atingidos pela decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP), no final do ano passado, que considerou inconstitucionais trechos da lei 2.524/2012, não tenham terão redução salarial.

Em 2012, na gestão da então prefeita, Darcy Vera, foi aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo Executivo a referida lei que estabeleceu em 58 horas-aula a jornada de trabalho dos professores da rede municipal de Ribeirão Preto. A lei foi questionada na Justiça em uma Ação Direta e Inconstitucionalidade (Adin) e o TJ a considerou inconstitucional. Atualmente a prefeitura tem cerca de 4 mil professores.

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