Tribuna Ribeirão
Polícia

Número de mortes aumenta na cidade

O número de mortes registra­das na malha viária de Ribeirão Preto – que tem 1,5 mil de ruas, avenidas, travessas e alamedas pavimentadas – aumentou 12,7% em nove meses deste ano em comparação com o mesmo pe­ríodo de 2016. A quantidade de óbitos na cidade, segundo o Mo­vimento Paulista de Segurança no Trânsito (Infosiga-SP), saltou de 63 cara 71, com nove ocorrên­cias a mais. Em 81,7% dos casos as vítimas eram motociclistas, ci­clistas ou pedestres (58 no total) e apenas 18,3% estavam de carro, caminhão ou outro tipo de con­dução – 13 pessoas.

A média mensal passou de sete para quase oito. Segun­do os dados do Infosiga-SP, de 1º de janeiro a 30 de setembro deste ano 34 motoqueiros ou garupas morreram em Ribeirão Preto (47,9% do total de óbitos), 112,5% a mais que os 16 óbitos do mesmo período de 2016, com 18 ocorrências a mais. Nestes nove meses, oito ciclistas foram a óbito na cidade (11,3% do total), contra cinco do ano passado, alta de 60% e três mortes a mais. Já o número de pedestres mortos nas vias ribeirão-pretanos saltou de onze para 16 (22,5%), aumento de 45,4% e cinco a mais.

Em todo o ano passado, fo­ram 26 mortes de motociclistas, 20 de pedestres e oito de ciclistas (65,8% do total) – Ribeirão Pre­to fechou 2016 com 82 óbitos (quase sete opor mês), segundo o Infosiga-SP, um a menos que os 83 de 2015 (idem). A estatísti­ca do movimento inclui os casos de falecimento que ocorreram posteriormente ao acidente, em hospitais, por exemplo. Dentre as mortes registradas no nonames­tre, 21,12% envolvem denúncias de atropelamento. No exercício anterior representava 15,9%. Fo­ram 15 casos em 2017 contra dez do ano passado – em 2016 inteiro houve 21 mortes do tipo na cida­de, 25,6% do total.

Até agora, o mês com maior número de mortes no trânsito de Ribeirão Preto foi julho, com 15 óbitos, seguido de maio (11), janeiro (oito), setembro, fevereiro e março (sete cada), junho (seis) e agosto e abril (cinco cada) – em setembro do ano passado foram oito mortes. A maioria das víti­mas tinha entre 18 e 50 anos. Se­gundo o balanço da Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a quantidade de mortes no trânsito – homicí­dios culposos, quando não há a intenção de matar – teve leve alte­ração até 31 de agosto, passando de 25 para 26 – uma a mais em 2017. Foram 39 em todo o ano passado. O balanço da pasta só considera os óbitos constatados no local do acidente.

A SSP-SP constatou que­da no ano passado, de 18,75%, com nove ocorrências a menos. Foram 48 mortes em 2015 – 47 homicídios culposos por aciden­te (quando não há a intenção de matar) e um doloso (intencio­nal), média mensal de quatro, um óbito a cada sete dias e meio. No ano passado, Ribeirão Preto registrou 39 ocorrências (todos os casos “culposos”) – média su­perior a três por mês, cerca de uma a cada dez dias. Segundo o Departamento Estadual de Trân­sito de São Paulo (Detran.SP), a frota de Ribeirão Preto em 2016 era de 523.139 veículos.

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