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Mortes por covid-19 dobram em sete dias

Crédito: Max Gallão Mesquita

Ribeirão Preto registrou mais uma morte por co­vid-19, segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde divulga­do nesta segunda-feira, 7 de dezembro, e que engloba da­dos de sábado (5) e domingo (6). O número de falecimen­tos na cidade em decorrência da doença saltou de 903 para 904, leve aumento de 0,1% em relação à sexta-feira (4).

O óbito ocorreu na sexta­-feira. A vítima é um senhor de 67 anos que estava em trata­mento contra doença pulmo­nar crônica, diabetes mellitus e hipertensão arterial. Ele fa­leceu após período de interna­ção em hospital público. Mas o que chama atenção é a evo­lução das mortes por covid-19 na cidade em sete dias.

A tendência voltou a ser de alta na comparação semanal, depois de um longo período de queda. Entre 23 e 29 de novembro, ocorreram quatro falecimentos na cidade, mé­dia de aproximadamente um a cada 42 horas. Nos sete dias subsequentes, entre 30 de no­vembro e 6 de dezembro, fo­ram confirmados oito óbitos, o dobro. A média é de um a cada 21 horas, com aumento de 100%, quatro caso a mais.

Em 12 de outubro não houve falecimento. Isso não acontecia desde 28 de maio. Em novembro, foram nove dias sem óbitos, mas o quadro ainda pode mudar. A média móvel das últimas semanas, de até dez óbitos, é a mais baixa em mais de sete meses de pan­demia. A mais alta ainda per­tence ao período de 18 a 24 de julho, de 59 falecimentos.

O recorde de mortes em 24 horas pertence a 24 de julho, com 13. O município superou a marca de 35 mil pacientes infectados pelo Sars-CoV-2 nesta semana – são 35.374. O Boletim Epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde contabiliza a data do início dos sintomas e do diag­nóstico da doença.

O boletim indica 55 mor­tes em outubro, mas 102 ocorreram no mês. O maior volume é de julho (244). Há o registro de onze óbitos em novembro, apesar de os re­latórios apontarem 39, um a cada 18 horas. O relatório não aponta falecimentos em dezembro, mas cinco pessoas morreram desde terça-feira (1º). Os meses com menos fa­lecimentos são março (dois, a pandemia começou em mea­dos do mês em Ribeirão Pre­to) e abril (onze).

A taxa de letalidade conti­nua em 2,6% – chegou a 5,3% em abril e em maio. Está no mesmo patamar dos índi­ces regional (2,7%), nacional (2,7%) e do mundial (2,3%), mas abaixo do estadual (3,3%). A mais baixa até agora é a de outubro, com média de 1,4%.

A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes na pande­mia era de 123,7 em novem­bro. As mais baixas são de março (0,3), abril (1,6) e outu­bro (5,4). A mais alta é de julho (34,6). A taxa de incidência de óbitos dos últimos 14 dias voltou a cair, de 2,11 no dia 16 para 1,69 por 100 mil habitan­tes. Os dados foram atualiza­dos no dia 30 de novembro.

Por sexo, as vítimas da co­vid-19 são 495 homens (54,8%) e 409 mulheres (45,2%). A mais jovem em toda a pande­mia é um menino de oito anos que morreu em 19 de outubro e a mais idosa, uma senhora de 101 anos que faleceu no dia 20 de junho.

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