Museus
Por falar em museus, cupins, etc., quando será feita a reforma dos museus que contam nossa história, do período do café e que colocou Ribeirão Preto no cenário internacional? Do Cassino Antarctica, histórico, nem fotografias se tem. Era luxuoso, pleno de “pompons” e símbolos da riqueza da época. Sobraram as carruagens em que as francesas e polacas desfilavam pelas praças centrais da cidade para chamar os homens para os espetáculos no cassino do Cassoulet, seu proprietário. As carruagens estavam no Museu do Café, se é que os cupins não devoraram a nossa história.
Apaga, apaga!
Ribeirão Preto teve um programa de “cidades irmãs”, em que uma comunidade de outro país se irmanava com as questões daqui e vice-versa, uma integração político administrativa. Na Califórnia, Estados Unidos, San Leandro era nossa parceira. Certa feita, veio uma delegação com quase 50 portugueses daquela localidade e foram recepcionados de forma oficial e pessoal maravilhosa.
A batalha dos santos
Houve um almoço na Antarctica com o famoso chope cru e resolveu-se homenagear San Leandro com o nome de parte da Praça Francisco Schmidt, a parte superior, onde fica a fonte. Os visitantes fotografaram, deram vivas e foram embora. Aí um estudioso das leis descobriu que seria impossível dividir o logradouro em duas partes, Schimidt e San Leandro. Rapidinho, fizeram uma lei e transformaram a praça São Pedro, no Jardim Paulista, em San Leandro. São Pedro não reclamou…