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Histórico da obra na Nove de Julho 

Prefeitura de Ribeirão Preto lembra em nota que “um dos trechos, entre as ruas São José e Garibaldi, já foi concluído e aberto para o trânsito” (Alfredo Risk)

A previsão inicial da prefeitura de Ribeirão Preto entregar a nova avenida Nove de Julho em junho, durante as comemorações dos 168 anos de Ribeirão Preto. A duração das obras seria de doze meses. No entanto, isso não aconteceu. A Construtora Metropolitana, do Rio de Janeiro (que venceu a primeira licitação, em 2023), não cumpriu o primeiro cronograma que acabou por sofrer seguidas prorrogações, também não cumpridas. 
 
Em dezembro do ano passado, a prefeitura rompeu contrato com a Metropolitana e multou a construtora que tinha realizado apenas 8% do previsto em contrato. Com isso as obras foram paralisadas por tempo indeterminado. Uma nova licitação foi realizada e, em 22 de abril de 2024, as obras foram retomadas já com a Era-Técnica Engenharia, Construções e Serviços, vencedora do segundo certame.  
 
Segundo os lojistas, a atual construtora tem acelerado o ritmo da obra e feito um trabalho mais eficiente. O planejamento inicial dos empreendedores era para enfrentar no máximo dois meses de interdição na frente de seus estabelecimentos, sendo que o avanço das intervenções seria de dois em dois quarteirões. No entanto, completou-se um ano do início das obras e apenas um quarteirão foi liberado, o segundo está quase pronto e ainda resta a maior parte a ser concluída. 
 
O trabalho de instalação das galerias das ruas São José e Comandante Marcondes Salgado está sendo executado em etapas, paralelamente às obras na avenida Nove de Julho, e devem terminar em 15 de março de 2025. A prefeitura de Ribeirão Preto homologou a nova licitação em 26 de março.  
 
A empresa Era-Técnica Engenharia Construções e Serviços Ltda. venceu o certame ao apresentar proposta no valor global de R$ 32.411.776,19. A economia foi de 5,63% em relação ao custo estimado inicialmente, de R$ R$ 34.344.037,88, desconto de R$ 1.932.261,69. 
 
Porém, o acréscimo chega a R$ 1.279.674,42, aumento de 4,11% em relação aos R$ 31.132.101,77 propostos pela Construtora Metropolitana, do Rio de Janeiro, que venceu o certame anterior, mas teve o contrato rescindido pelo governo Duarte Nogueira (PSDB) em 12 de dezembro. 
 

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