Tribuna Ribeirão
Política

Congresso promulga a PEC Emergencial

Em sessão solene remota do Congresso Nacional nesta segunda-feira, 15 de março, deputados e senadores pro­mulgaram a Emenda Consti­tucional 109/2021. O ato foi assinado pelos presidentes do Senado, Rodrigo Pache­co (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), durante sessão solene do Legislativo.

A proposta autoriza o go­verno federal a pagar uma nova rodada do auxílio emergencial, limitada a R$ 44 bilhões, por meio de crédito extraordiná­rio, fora do teto de gastos, da regra de ouro e da meta de resultado primário. O texto é resultado da aprovação da proposta de emenda à Cons­tituição, a PEC Emergencial.

Aprovada no Senado no dia 4 de março e confirmada pela Câmara na madrugada da úl­tima sexta-feira (12), a norma abre caminho para que o go­verno federal pague, em 2021, um novo auxílio emergencial aos mais afetados pela pande­mia de covid-19. A liberação do benefício depende de ope­racionalização do Executivo. Por ser uma PEC, o texto não depende de sanção do Execu­tivo e passa a valer assim que promulgado pelo Congresso.

O desenho prevê quatro parcelas mensais de R$ 150 para famílias de uma pessoa só, R$ 250 para a média das fa­mílias e R$ 375 para mulheres que são únicas provedoras da família. O governo pretende contemplar cerca de 45 mi­lhões de pessoas. A definição sobre valores e quantidade de parcelas será definida por meio de medida provisória, a ser editada pelo governo nos próximos dias.

A primeira fase de paga­mentos do auxílio chegou a R$ 292 bilhões para cerca de 68 milhões de pessoas, em duas rodadas: na primeira, fo­ram pagas parcelas de R$ 600 por cinco meses; na segunda, chamada de “auxílio residual”, foram parcelas de R$ 300 du­rante quatro meses e com um público-alvo menor.

O pagamento do auxílio emergencial injetou R$ 565,7 milhões em Ribeirão Preto, desde o início da pandemia de coronavírus e até 21 de dezembro, segundo dados do Portal da Transparência do Ministério da Cidadania. Na cidade, 172.400 pessoas fo­ram beneficiadas.

Mudanças
Durante a análise da PEC na Câmara, foram excluídos do texto pontos como o que proibia promoção funcional ou progressão de carreira de qualquer servidor ou empre­gado público. Também foi reti­rada toda a parte que proibia a vinculação de qualquer receita pública a fundos específicos.

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