Tribuna Ribeirão
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Abrasce adia cobrança de aluguel em shoppings

ALFREDO RISK

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que representa as donas das redes de centros de compras, como BRMalls, Iguatemi, Mul­tiplan, entre outras, esclare­ce que a cobrança de aluguel dos lojistas será adiada, e não isenta como anunciou a Asso­ciação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

O presidente da Abrasce, Glauco Humai, diz que a re­comendação para as redes de shoppings é que o aluguel seja postergado nesse período de crise provocada pela pandemia global do coronavírus. Pratica­mente todos os shopping cen­ters do País foram fechados por decretos públicos, zerando as vendas desses estabeleci­mentos.

Em Ribeirão Preto, a me­dida afeta quatro empreendi­mentos. Dois são do Grupo Multiplan – RibeirãoShopping, avenida Coronel Fernando Ferreira Leite nº 1.540, no Jar­dim Califórnia, na Zona Sul, e o Shopping Santa Úrsula, na rua São José nº 933 –, além do Shopping Center Iguatemi, na avenida Luiz Eduardo Toledo Prado nº 900, Vila do Golfe, na Zona Sul, e o Novo Shopping Center, na avenida Presidente Kennedy nº 1.500, Nova Ribei­rânia, na Zona Leste. Apenas os serviços essenciais foram mantidos nos centros de com­pra e o trabalho interno.

“Neste momento difícil, nós acreditamos que a melhor prática no setor é não cobrar o aluguel agora e discutir pos­teriormente. É o momento de entender que o lojista está pres­sionado, está de cabeça cheia”, contou Humai. “Mas não se trata de isentar o aluguel. Ele continua sendo devido”, frisa.

O presidente da Abrasce ponderou que os contratos entre shoppings e lojistas são individuais, de modo que não cabe a nenhuma associação determinar uma posição co­mum a ser seguida de modo compulsório. “O que nós re­comendamos foi a adoção de boas práticas. Cada shopping é livre para fazer o que qui­ser”, acrescenta.

O representante das redes de shoppings diz ainda que há um esforço para redução da taxa de condomínio em pelo menos 30%, mas lembrou que não é possível suspender essa cobrança porque há custos fixos com energia, seguran­ça, manutenção e IPTU, por exemplo. “Estamos renego­ciando contratos para cortar esses custos”.

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