Cleison Scott *
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O Universo é constituído de energia, não de coisas. E nós, quando vistos e analisados com os olhos do espírito (99,99999% da energia constituinte) somos perfeitos. No artigo 10T de julho de 2023 vimos que já fomos informados desse fato há mais de 2500 anos com a mensagem deixada pelos sete sábios no portal do oráculo de Delfos, na Grécia!
Vemos em nosso dia a dia individuações com enorme expertise em tecer sobre qualquer atividade, críticas com uma habilidade no uso das palavras que impressiona o espírito de quem as ouve ou lê e por essa razão são admiradas (muitas invejadas).
Masaharu Taniguchi, PHD em Filosofia, criador da Ciência Mental Seicho-No-Ie, logo após a 2ª guerra mundial, registrada como religião pelo complexo sistema imposto à humanidade pelo deus dinheiro, dizia: ”Não existe crítica construtiva, quando seu objetivo é somente apontar defeitos alheios, apontar dedos”, complementando com a observação de que: quando apontamos o dedo indicador à alguém, os três restantes permanecem apontados para nós mesmos, nos lembrando que também estamos em busca da perfeição e por isso, devemos usar eventuais falhas que nosso estágio evolutivo permite observar, como lições gratuitas, isto é, não precisamos sofrer as agruras que toda falha impõe.
Ocorre que somos campos energéticos que emanam e recebem energias das mais variadas frequências o tempo todo. Ocorre também que o ÚNICO objetivo dado a cada individuação quando se desprende da Fonte primordial é aprimorar a si mesma para alcançar a Verdadeira Sabedoria. A própria criação, quando olhada com os olhos do Espírito é perfeita. A Fonte é a perfeição absoluta, sem adereços ou adjetivos, perfeição, para a qual, sequer temos palavras que possam explicá-la.
Portanto, sabia desde sempre que suas individuações – muitas vezes chamadas de Filhos e Filhas – não conseguiriam alcançar a plena Sabedoria em uma única vivência, criou um processo reencarnatório, analisado em detalhes no artigo 48 de 12/05/24. O Homem ao perceber esse fato codificou uma doutrina espiritual, a qual, influenciada pela religião fundada e organizada pelo imperador Constantino em 325 d.C. no concílio de Nicéia, com o objetivo de dar uma sobrevida ao império Romano, introduziu um indelével sentimento de culpa. A Mãe de Agostinho, era uma fervorosa devota da nova religião, enquanto seu filho vivia uma vida dissoluta; tanto orou e insistiu que ele acabou aderindo à nova religião. Culto e inteligente, Agostinho estudou a nova religião profundamente recebendo o título de doutor da Lei, aquele cuja palavra deve ser ouvida e respeitada como se fora um decreto divino. Ao perceber o alcance de seus conceitos, Agostinho dedicou especial atenção às questões dos pecados morais, que envolviam sua própria conduta prévia, levando sua análise até Adão e Eva, onde nasce a ideia do “Pecado Original”.
Gregg Braden em recente lançamento: “O Mistério por trás de Nossas Origens: uma jornada para além da Teoria da Evolução”, mostra que a atual tecnologia disponível prova que da mesma forma que o Criacionismo Bíblico nunca existiu, o acaso materialista que permeia as várias disciplinas científicas que estudam a origem da vida que preenche o Cosmo, também NÃO! Ele traz uma fala de Darwin, logo depois da aceitação de sua teoria que ela dependia de confirmações futuras que a evolução da Ciência certamente iria oferecer; o tal elo perdido que nunca foi encontrado e nunca será. A “Árvore da Vida” elaborada pela ciência materialista, apresenta entre o fim de uma espécie e o início de uma suposta continuação, espaços de milímetros no papel, mas de milhões de anos na realidade tornando impossível sua confirmação, ou seja, a PROVA não existe.
Da mesma forma que já os instei a abandonar a ideia do deus forte e barbudo da inspiração do genial Michelangelo, o faço agora, para com o vazio e acéfalo acaso materialista que não tem no que se sustentar, sendo uma “crença” tão dogmática quanto a de qualquer religião. Teria que ter muito mais espaço para mostrar as infinitas evidências que comprovam a existência da FONTE criadora e seu imenso Amor para com cada individuação que dela se desprende e vem para o palco da Vida. Cada uma com suas responsabilidades, as quais crescem na proporção em que cresce sua própria autoconsciência.
Nada e nem ninguém tem o poder de tolher sua liberdade, uma vez que o ‘Livre-Arbítrio’ é sagrado!
* Administrador de empresas com especialização em Marketing